E
quem não gosta de pênis? Eu adoro. Gosto dos que me satisfazem literalmente. Então,
hoje iremos falar as curvaturas do pênis. Isso mesmo. O seu é reto, torto? Sabia que dependendo da inclinação pode ocasionar uma doença no pênis? Vamos lá!
Só pra constar existem micro pênis (até 7 cm), pequenos (até 14 cm), médios (até 17 cm), grandes (até 22 cm), e
ainda existem os grandes por excelência, mais conhecido popularmente por kid
bengala (acima de 22 cm). Tem os finos, os grossos. Os que têm pele em excesso,
outros não. Uns com a glande bem exposta, outros ainda florescendo. Existe pênis
para todo tamanho, forma e gosto. Ah, e o que não falta é pênis torto. Não
adianta negar. Sim, cerca de 90% dos homens possuem o órgão genital inclinado
para um lado específico (esquerda/direita - baixo/cima). Não tenha vergonha de assumir.
Muitos
homens desconhecem algumas informações sobre tal inclinação, que dependendo do
ângulo pode ser considerada como uma doença, que é chamada de Peyronie.
Viu a foto acima? Já sabe tudo sobre o tema?
A nível
de conhecimento, é considerado pênis torto qualquer um que seja inclinado por
mais de 30%. Não é necessário ter vergonha, e nem medo. Basta medir a
inclinação do próprio pênis. A doença de Peyronie se manifesta, em geral,
depois dos 50 anos, mas eventualmente acomete homens jovens. Alguns meninos
podem apresentar uma alteração da curvatura peniana chamada de pênis curo
congênito, provocada pela desproporção entre o tamanho maior dos corpos
cavernosos e menor da uretra, mas que só requer tratamento se prejudicar o
desempenho sexual no futuro.
A
causa dessa doença é desconhecida, mas pode ser resultado de uma lesão durante
a relação sexual. Inclusive, estudos estão mostrando que existe uma associação
da Peyronie com doenças reumatologias, diabetes e usos de betabloqueadores para
controlar a hipertensão arterial. Ainda não há comprovações exatas, mas a
incidência é maior em homens da mesma família.
Nas
fases iniciais da doença, os homens, muitas vezes, confundem dor – que é
causada – à ereção. Essa dor, muitas vezes, começa antes da curvatura se
formar, e isso serve como um indicador antecipado do problema.
Como
a doença é um problema no processo de cicatrização, alguns homens já relataram
que o uso de vitamina E ajuda, embora não tenham estudos científicos que
comprovem a eficácia do tratamento.
Em
20% dos casos, as placas desaparecem espontaneamente, sem tratamento algum, em
um ano e meio, dois anos – varia. Quando o problema persiste, alguns
medicamentos que agem no metabolismo das células produtoras da fibrose
apresentam bons resultados.Outra forma de tratar é a través de uma cirurgia que
remove o tecido da cicatriz, mas como qualquer procedimento cirúrgico há
riscos, nesse caso pode haver impotência sexual, por isso é importante realizar
vários exames antes.
Siga
algumas recomendações abaixo:
- Não se aflija com a presença de uma placa ou um nódulo
característicos da doença de Peyronie, se eles não interferem na atividade
sexual. Nesses casos, não há sequer necessidade de tratamento clínico ou
cirúrgico;
- Procure manter a calma e controlar a ansiedade. Esta, sim, pode
ser responsável pela perda da capacidade erétil;
- Lembre-se de que o uso de aparelhos para aumentar o tamanho do
pênis agrava o trauma responsável pela formação da placa e piora o quadro;
- Saiba que a doença de Peyronie é benigna e, mesmo sem
tratamento, não representa nenhum risco para a saúde de seus portadores.